quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Amuleto...Talismã... Patuá... E TRADIÇÕES PERVERSAS.

Talismã

Elson

Sabe, quanto tempo eu não te vejo.
Cada vez você distante, mais eu gosto de você.
Porque sabe, eu pensei que fosse fácil
Esquecer seu jeito frágil
De se dar sem receber
Só você
Só você que me ilumina, meu pequeno talismã
Como é doce essa rotina de te amar toda manhã
Nos momentos mais difíceis você é o meu divã
Nosso amor não tem segredo, sabe tudo de nós dois
E joga fora os nossos medos
Vai saudade diz pra ela, diz pra ela aparecer
Vai saudade ve se troca
A minha solidão por ela pra valer o meu viver
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Amuleto japonês.
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Amuleto é um objeto que um indíviduo acredita que pode trazer sorte ou proteção. Está muito vinculado ao imaginário popular. Muitos indivíduos costumam ter seu amuleto da sorte como algo que garante sucesso, ou imune a determinadas situações. É geralmente dado como presente por uma pessoa ou entidade de grande importância para o recebedor. Objeto, geralmente de procedência animal ou mineral, ao qual é atribuído supersticiosamente virtudes que afugentam os maus espíritos, às desgraças e protegem seus donos de doenças. Suas características variam entre os povos e as culturas. São levados normalmente presos em alguma parte do corpo, como pescoço, pulso ou tornozelo, mas também podem ser presos à roupa. Figas, cruzes de David, sino-saimão “sansolimão”, chaves, elefantes com a tromba para baixo ou para cima, trevos, “trezes”, ferraduras, corcundas, quartos de lua, porcos, patas e cornos de animais, Budas, olhos, um sem fim de objetos semelhantes, são alguns exemplos de amuletos.
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